Capítulo 1

Enny, de 28 anos, era uma garota simples que ajudava o pai e a mãe a sustentar a casa. Ela vivia na região mais periférica de Atlanta, na Geórgia. Tinha uma irmã mais nova de 22 anos, chamada Julie, que ainda estudava e trabalhava no McDonald's.

Enny tinha acabado de ser demitida do seu emprego; não ganhava muito, mas era o suficiente para ajudar na renda da casa. Ela também tinha um namorado chamado Dilan, de porte médio, que não era lá grande coisa.

Segunda-feira, 10 de dezembro

Alex, vizinha de Enny: Olha, meu irmão trabalha em uma multinacional e disse que lá estão precisando de secretárias para o cargo do CEO. Fiquei sabendo que você saiu do seu emprego e acho que você pode tentar a vaga. Se você quiser, ele pode te indicar, já que trabalha lá.

Enny: Nossa, isso me ajudaria muito! Obrigada, Alex. Já vou te dar meu currículo para ele levar.

Alex: Você foi a primeira pessoa em quem pensei para isso, pois eu sei da sua dificuldade com sua família.

Na mesma hora, Enny correu, pegou o currículo e o entregou na mão de sua vizinha Alex, que, por sua vez, mais tarde o entregou ao irmão.

No fim da tarde, Enny recebeu um e-mail da empresa Aurex Global Holdings:

Prezada Sra. Enny Hudson,

Agradecemos seu interesse em fazer parte da equipe da Aurex Global Holdings. Após a análise do seu currículo, temos o prazer de convidá-la para uma entrevista presencial para a vaga de Secretária.

Dados da entrevista:

  • Data: 12 de dezembro de 2026

  • Horário: 9h15 da manhã

  • Local: Sede da Aurex Global Holdings – 1200 Peachtree Center Avenue NE, Atlanta, Geórgia, Estados Unidos

Durante a entrevista, teremos a oportunidade de conhecer melhor sua trajetória profissional, suas qualificações e conversar sobre as responsabilidades da função. Pedimos a gentileza de chegar com 15 minutos de antecedência e portar um documento de identificação com foto.

Por favor, confirme sua presença respondendo a este e-mail. Agradecemos seu interesse e esperamos recebê-la em breve.

Atenciosamente, Rebecca Thompson > Gerente Sênior de Recursos Humanos

Aurex Global Holdings

[email protected]

Enny ficou feliz com a resposta rápida e soube que o irmão da sua vizinha devia ter mexido os seus pauzinhos lá dentro.

Enny: Hoje fui chamada para uma entrevista, amanhã tenho que estar lá às 9h15.

George (pai de Enny): Vê se acorda cedo para não se atrasar.

Violet (mãe): Só temos reserva de dinheiro para mais 15 dias, depois não sabemos o que vai acontecer. Que Deus te ouça e você consiga essa vaga.

Enny abaixou a cabeça, sentindo que toda a pressão da casa e o dever de sustentar a família estavam sobre ela.

Terça-feira, 11 de dezembro, 07h00

Enny levantou, tomou seu banho e passou um perfume com um fundo de baunilha — um cheiro agradável e doce, que encantava qualquer um que passasse perto. Colocou uma camisa branca que, infelizmente, por ser antiga, ficava um pouco apertada nos seios, mas fazer o quê? Era a que ela tinha. Vestiu uma calça de alfaiataria que tinha ganhado certa vez de uma amiga do trabalho, um cinto e uma sandália de salto grosso, que deixava os dedos dos pés aparentes. Penteou o cabelo com uma faixa para trás para destacar mais o rosto e colocou um relógio que nem funcionando estava, mas o usou ali para dar um ar de garota de negócios.

Olhou no relógio e já eram 8h20. Passou pela mesa onde todos estavam tomando café da manhã, simplesmente pegou uma maçã e saiu correndo. Parou no ponto mais próximo de sua casa e pegou o ônibus que passou logo em seguida.

Chegando ao destino final, ela olhou para o quão grandes eram os prédios; sua cabeça ia até o topo daqueles arranha-céus. Ela estava com um frio na barriga, mas confiante de que conseguiria, nem que fosse uma vaga para serviços gerais.

Entrando na recepção, perguntou para a moça onde deveria esperar até a entrevista acontecer.

Lucy (recepcionista): A senhorita pode aguardar logo ali naquelas cadeiras, junto às outras candidatas.

Enny se aproximou e fez um gesto de "oi" com a cabeça. Umas duas meninas que também esperavam a olharam de cima a baixo e começaram a cochichar. Enny se sentiu desconfortável, mas ficou ali aguardando.

Dentro da sala do CEO da Aurex Global Holdings, estava havendo uma reunião.

Max (CEO): Estou cansado das funcionárias que vocês sempre arrumam. A maioria não sabe fazer nenhuma planilha, só têm beleza, mas conteúdo que é bom, nenhuma delas tem. Hoje eu vou participar das entrevistas e quero escolher a dedo quem vai fazer parte da minha equipe.

Margara só concordou e fez um gesto com as mãos para irem até as garotas.

Max, por sua vez, era um cara alto, de porte atlético, boca desenhada, cabelo cortado milimetricamente e penteado, roupa bem alinhada, mãos grandes e olhos que penetravam a alma.

9h15 – Aurex Global Holdings

Enny aguardou ansiosa por sua vez. Como foi por ordem de chegada, quatro meninas já tinham entrado para fazer a entrevista.

"Enny Hudson, pode entrar." Seu nome foi chamado por uma voz feminina. Talvez seja a mulher que vai fazer a entrevista comigo, pensou.

Enny entrou toda envergonhada, mas com a cabeça erguida, passos firmes no chão, com uma carta de recomendação na mão e suas antigas experiências no mercado de trabalho.

Max estava olhando seu currículo enquanto Enny se sentava na cadeira à sua frente. Quando finalmente Max olhou para ela, não pôde deixar de reparar no quanto ela era atraente. Ele era um homem que tinha todas as mulheres aos seus pés pelo cargo que ocupava e por sua aparência, mas sentiu uma atração sexual muito forte por Enny. Seus olhos percorreram seus cabelos, seus olhos, seu nariz e até o jeito que sua boca se movimentava enquanto ela falava. Ele se ajeitou na cadeira e começou as perguntas.

Max: Enny, vi aqui que sua idade é 28 anos e vi que tem algumas colocações profissionais em seu currículo. Gostaria de uma resposta sincera: faz quanto tempo que você trabalha com isso e você sabe fazer uma planilha?

Enny se assustou com a pergunta; achou que seria algo mais complexo, mas essa era tão simples de responder.

Enny: Olha, já trabalho há alguns anos com computador, então domino bem a área da informática e sei fazer planilhas, entre outras coisas, há pelo menos uns 5 anos.

Max gostou da resposta. Foi direta e ele viu que ela aproveitou a oportunidade para falar mais sobre o que sabia fazer. Quanto mais Margara perguntava coisas para ela, mais ele prestava atenção no seu jeito.

Pensamentos de Max: Essa Enny está deixando meu pau duro, tenho que me controlar. À noite preciso achar uma puta para que eu possa fuder ela com força, acho que vou ligar para a Helena.

Agradeceram a Enny pela entrevista e ficaram de dar uma resposta hoje à noite. Se desse tudo certo, ela começaria amanhã às 08h00 para o treinamento.

Enny saiu feliz e positiva da entrevista: Nossa, tomara que dê certo! Preciso muito desse emprego, se não, não teremos dinheiro para o aluguel da casa.

Saindo da empresa, ela avistou uma cafeteria de esquina do outro lado da rua e foi até lá. Enquanto caminhava, seu telefone tocou. Era Dilan.

Dilan: E aí, o que está fazendo?

Enny: Esqueci de te falar, mas hoje passei por uma entrevista. Hoje à noite eles vão me dar uma resposta sobre isso.

Dilan: Vai dar certo, você vai ver. Quero te ver hoje à noite, preciso falar com você.

Enny: Tá bom, às 18h00 você me pega em casa.

Dilan: Combinado, beijos, xuxu. (Desliga)

Enny entrou na cafeteria, pediu um expresso duplo com leite e sentou-se no balcão. Quando olhou para o seu lado direito, viu Max, o homem que fizera a entrevista com ela. Ele acenou com a cabeça e sorriu. Enny, envergonhada, pegou seu café, sentou-se em uma mesa no cantinho e pegou um jornal amassado de sua bolsa. Ela estava assinalando algumas opções de empresas para as quais poderia ligar e mandar o currículo.

Max, por sua vez, ficou reparando naquilo e percebeu rapidamente o que ela estava fazendo.

Pensamento de Max: Que droga, parece que essa mulher está me perseguindo. Ela foi ótima na entrevista, mas eu não posso contratar ela somente porque quero fuder ela com força.

Max não se controlou, levantou-se e foi até a mesa de Enny. Ela, rapidamente, escondeu o jornal com vergonha enquanto suas bochechas ficavam levemente coradas. Isso fez com que Max a desejasse ainda mais ao ver sua vulnerabilidade.

Max: Posso?

Enny estendeu a mão e disse: Claro.

Max: Vi que você está procurando mais empregos, não pude deixar de reparar que estava com o jornal.

Pensamentos de Enny: Que saco, esse cara além de estar me perseguindo ainda fica me vigiando com o meu jornal. Vai encher o saco de outro pra lá.

Enny, com um sorriso amarelo, respondeu envergonhada por ele ter visto o jornal: Eu não posso ficar esperando somente uma empresa me chamar ou ficar com a expectativa de que me chamem. Com certeza havia outras candidatas tão boas quanto eu ali, e preciso ter um plano B. Eu ajudo no sustento de casa e preciso muito de um emprego.

Max: O que tem visto aí?

Enny: Vi uma outra vaga de recepcionista, mas o salário é mais baixo, e vi também uma vaga como garçonete e uma vaga de serviços gerais. Essa última é boa pois tem plano de saúde.

Max franziu a testa, imaginando o quanto aquela mulher estava desesperada para aceitar trabalhar até de faxineira.

Enny: O senhor, trabalhando lá, acha que eu tenho chance? Vi que o pessoal lá é bem rígido, mas eu acho que dou conta.

Max: Bom, o pessoal da empresa é sim bem rígido. Principalmente o patrão, ele não tolera erros.

Enny engoliu seu café, limpou o canto da boca com o guardanapo, ajeitou o cabelo e disse: Bom, tomara que dê certo, estou contando muito com isso.

Max: Boa sorte. Se avaliarem bem o seu perfil e virem que você é capaz, talvez te chamem, sim.

Enny se despediu e levantou-se. Foi pagar seu café, mas Max a impediu, dizendo que aquele era por conta dele. Ela sorriu, agradeceu e saiu da cafeteria.

Pensamento de Max: Caralho, essa mulher tem um cheiro tão bom! Não tinha sentido na entrevista, mas, chegando perto dela, esse cheiro doce angelical me deixa atiçado. Quero comer essa mulher hoje ainda, mas preciso me controlar. Se ela for trabalhar na empresa, não posso ter relações com ela. Não posso contratá-la, pois vou querer comer ela no escritório todos os dias. Mas, por outro lado, ela sustenta a casa e às vezes está até passando necessidade. Tenho que parar de ser egoísta a tal ponto e pensar somente em fuder ela.

Max pegou seu celular e mandou uma mensagem para Helena: Quero te fuder hoje à noite. Às 19h esteja pronta que estarei passando para te pegar.

No caminho de volta para a empresa, viu Enny no ponto de ônibus, olhando para os arranha-céus como se estivesse admirada com o que via. Ele deu um sorriso de lado e voltou para o escritório.

Enny chegou em casa e, na sua porta, viu a vizinha. Contou a ela que havia sido chamada para a entrevista e pediu para que torcesse por ela. A vizinha ficou muito feliz com a notícia, pois sabia o quanto era importante para Enny conseguir aquele emprego.

18h00

Enny já estava pronta para sair com Dilan. Colocou um vestido floral que tinha em seu guarda-roupa, uma sandália de salto fino e uma bolsa pequena. Ajeitou o cabelo e passou seu perfume doce, que deixou todo o quarto com aquele cheiro magnético.

Dilan estava no volante do seu carro esperando ela entrar. Ela entrou, deu um selinho nele e ele a levou a uma pizzaria. Quando estava chegando na porta do estabelecimento, seu telefone tocou: era um e-mail no seu celular.

Prezada Sra. Enny Hudson,

É com grande satisfação que informamos que você foi aprovada no processo seletivo para o cargo de Secretária na Aurex Global Holdings. Ficamos muito impressionados com seu desempenho durante a entrevista e acreditamos que suas habilidades e perfil profissional serão uma excelente adição à nossa equipe.

Gostaríamos de confirmar o início de suas atividades amanhã, às 8h00 da manhã, quando será realizado seu treinamento de integração e apresentação aos departamentos com os quais trabalhará. Pedimos a gentileza de comparecer à sede da empresa com 15 minutos de antecedência para os procedimentos iniciais de credenciamento.

Dados de apresentação:

  • Data: 13 de dezembro de 2026

  • Horário: 8h00

  • Local: Aurex Global Holdings – 1200 Peachtree Center Avenue NE, Atlanta, Georgia 30303

Estamos muito felizes em recebê-la e desejamos que esta seja uma trajetória de crescimento, aprendizado e sucesso mútuo. Seja bem-vinda à Aurex Global Holdings.

Atenciosamente, Rebecca Thompson > Gerente Sênior de Recursos Humanos

Aurex Global Holdings

[email protected]

Enny ficou toda feliz e esperou para dar a notícia a Dilan assim que sentassem à mesa para comer.

Na pizzaria, Dilan tagarelava sobre como estava estressado com o trabalho e que tinha alguém lá tentando derrubá-lo. Enny o observava contar e estava ansiosa para falar do seu novo emprego, mas, com tantos assuntos aleatórios dele, acabou esquecendo. Saíram de lá e foram para a casa dele.

Chegando lá, ela entrou no quarto dele e sentou-se na cama. Ele veio tirando a roupa e já a beijando incontrolavelmente. A mão dele desceu e ele colocou dois dedos na sua buceta; percebeu que ela estava molhada e já introduziu seu pênis. Ela deu um pequeno gemido quando ele entrou. Ele, por cima, deu quatro bombeadas, tirou o pau de dentro dela para gozar e deitou-se ao seu lado com a respiração ofegante, enquanto ela levantou e foi tomar um banho para se limpar.

Enny voltou ao quarto se secando e ele já estava vestindo, sentado na cama.

Dilan: Gata, senta aqui, precisamos conversar.

Enny se sentou e ficou atenta ao que ele poderia falar.

Dilan: Gata, quis levar você para jantar e ter essa noite porque eu tenho que ser verdadeiro com você. Já faz alguns anos que a gente namora e eu já gostei muito de você, mas recentemente conheci uma outra pessoa e quero terminar com você para sair com ela. Não poderia te enganar.

Enny ficou boquiaberta. Percebeu que ele tinha a usado uma última vez antes de terminar.

Enny: Entendo seu pedido e fico feliz por ter me falado a verdade e não ter me enganado, mas agora só quero que você me deixe em casa. Preciso dormir.

Ele pegou as chaves do carro e foi deixá-la em casa.

Do outro lado da cidade, Max já estava pronto para ir buscar Helena. Tomou um banho, ficando com aquele cheiro de homem gostoso que só ele tinha, passou seu perfume, ajeitou o cabelo, colocou sua roupa e saiu. Pegou Helena em seu apartamento e a levou para um flat que ele tinha somente para encontros casuais.

Helena: Oii, meu amor! Estava com saudades desse seu cheiro. Quero que você me coma com vontade, porque sei que está com saudades da minha bucetinha molhada na sua boca.

Max, com o semblante sério, não respondeu; só continuou dirigindo. Chegando ao apartamento, no elevador mesmo eles já começaram a pegação. Helena estava com um vestido vermelho com uma fenda longa na lateral que deixava à mostra suas coxas grossas, cabelos negros bem escovados jogados de lado, uma gargantilha dourada e salto fino.

No elevador mesmo, ela se abaixou, abriu o zíper da calça dele e começou a fazer um boquete bem babado. Ele segurou com força o cabelo dela, forçando a boca dela a engolir mais o seu pau grosso, fazendo-a se engasgar. Quando o elevador abriu, ela levantou, limpou a boca e os olhos lacrimejados pelas lágrimas que saíam durante o oral.

Ele abriu a porta do apartamento e a comeu ali na mesa, onde na verdade imaginava comer Enny. Quando ele estava chupando a buceta de Helena, fechou os olhos e lembrou do perfume de Enny e o quanto ele era doce e gostoso; lembrou da boca dela falando lentamente e das suas bochechas coradas. Com essas lembranças, ele encaixou seu pau em Helena e socou com força. Helena grudava as unhas no lençol e gemia alto, igual a uma boa puta.

Ele tomou um banho e Helena foi em seguida. Deitados na cama mais tarde, Helena disse: Poderíamos dormir juntinhos hoje, né? Faz tempo desde a última vez que nos vimos.

Max: Você sabe que eu não gosto de dormir com ninguém, mas estou cansado demais para te levar embora a estas horas da noite.

Helena ficou feliz com o avanço que conseguiu, virou para o lado contente da vida e deitou-se quietinha para não atrapalhar o sono de Max.

06h00

"Toc, toc... Enny, está dormindo ainda? Seu café está pronto, se apronte." Era a mãe de Enny na porta do quarto, chamando-a.

Enny, em um pulo só, levantou da cama toda apressada e feliz, pois hoje iria começar no novo emprego. Ela tomou um banho rápido, passou seu sabonete líquido preferido com cheiro doce de frutas vermelhas, secou-se, colocou uma saia lápis, um scarpin e a mesma camisa branca do dia anterior. Fez um penteado só com a lateral do cabelo amarrada para trás, passou seu perfume favorito e saiu.

Tomou seu café apressada e correu para pegar o ônibus. Quando viu as horas, já era 7h20. Ela entrou no ônibus, sentou-se e ficou pensativa sobre o que tinha acontecido na noite passada — o quanto se sentiu usada e substituída. Agradeceu aos céus por não ter contado a Dilan que conseguiu o emprego. Em meio aos devaneios, ela esperava encontrar Max na empresa; já que tinha conversado com ele, achava que ele seria um bom colega de trabalho.

O ônibus parou no ponto próximo à empresa e ela desceu. Saiu, ajeitou a saia e o cabelo, olhou aquele arranha-céu de novo e entrou empolgada. Na recepção, aguardou alguns minutos até Margara chegar e pedir para que a acompanhasse. Ela foi com aquele frio na barriga.

Margara mostrou todo aquele setor e explicou todo o trabalho, reforçando que o chefe era bastante exigente: na hora que ele ordenasse algo, era para ela fazer imediatamente, independente do que estivesse fazendo. Enny assentiu com a cabeça.

Meio dia de expediente já tinha se passado quando chegou uma carga de papeladas sem fim na mesa dela. Margara disse: A antiga secretária não sabia trabalhar com o nosso sistema, e estas documentações têm vários erros que precisam ser localizados e corrigidos. Até o fim do dia isso precisa estar na sala do chefe. Entre o mais invisível possível, seja rápida, deixe no cantinho da mesa e depois saia. Às 16h00 ele gosta de um café, mas tem que ser o da cafeteria, pois é coado na hora. Você sai, vai ali comprar um, volte às 16h00 em ponto, deixe o café na mesa dele e saia.

Enny anotou tudo para não esquecer, colocou seu celular para despertar às 15h45 e começou a verificar as documentações. Quando deu o horário, seu celular vibrou. Ela lembrou do café, saiu correndo e foi para o elevador. Quando entrou nele, viu Max e abriu um sorriso largo.

Pensamentos de Enny: Aiii, graças a Deus, alguém conhecido nesse lugar!

Enny: Oi, tudo bem? Que bom te encontrar novamente por aqui! Meu dia ficou até mais feliz de ver um rosto conhecido.

Max: Estão te dando medo?

Enny: Não, que isso. Só estou ansiosa pelo primeiro dia de trabalho, logo passa.

Max: E aonde você está indo agora?

Enny: Estou indo ali na cafeteria pegar um café coado para o chefe.

Max: É, ele não gosta que atrasem o café dele.

Quando ele iria falar mais alguma coisa, a porta do elevador se abriu e ela saiu correndo, tanto que até se esqueceu de se despedir. Quando chegou na cafeteria, pegou dois cafés coados: um para o chefe e um para o Max do elevador, pois queria fazer uma boa vizinhança.

Ao retornar à empresa, não achou Max de jeito nenhum. Olhou no relógio: 16h01. Entrou na sala do chefe igual a um furacão, toda atrapalhada. A cadeira dele estava virada para a janela, então ela não conseguia ver o rosto dele. Mas quando ele virou...

Enny: Max, estive procurando você em todos os lugares! Fui na cafeteria pegar um café para o chefe e aproveitei e peguei um para você. Ainda bem que cheguei a tempo e ele ainda não está aqui.

Max abaixou a cabeça sorrindo e levantou-se, observando-a novamente.

Enny: Espera... o que você está fazendo na mesa do chefe?

Quando a ficha caiu, ela se sentiu uma completa idiota por ter feito tamanha confusão.

Enny: Meu Deus, Sr. Max, me desculpa! Eu realmente não sabia.

Max: Fica tranquila, estava achando divertida toda essa confusão. E obrigado pelo café duplo, mas pode ficar com um para você.

Ela assentiu com a cabeça e saiu da sala. Quando sentou em sua mesa, olhou para baixo e viu que sua camisa estava com um botão aberto bem nos seios. Certamente porque já estava apertada e velha. Ela fechou discretamente e ficou com aquilo martelando o dia todo em sua cabeça: a vergonha que foi ele ter visto aquilo.

Max: Ela é gostosa para caralho, preciso me controlar. Ainda mais com aquele botão aberto... deu para ver a cor branca da lingerie que ela estava usando. Eu mamaria nos seus seios durante a noite toda.

18h00 chegou e Enny não estava nem na metade da documentação. Ela viu todos se arrumando para sair do escritório e decidiu ficar para conseguir entregar tudo.

Enny: Bom, se eu terminar nem que seja mais tarde, coloco lá amanhã cedo e já vai estar tudo pronto na mesa dele.

Já era 19h30 e ainda tinha muita coisa para terminar. Max voltou ao escritório pois tinha esquecido a chave do carro em sua sala. Viu a luz próxima ao seu espaço acessa e, quando chegou perto, notou que Enny ainda estava lá.

Max: Ei, Enny, o que está fazendo aqui tão tarde da noite?

Enny: Estou terminando alguns documentos para deixar para o senhor na sua mesa.

Max: Você poderia ter feito isso amanhã cedo.

Enny: Se eu deixasse para amanhã cedo, iria acumular trabalho e eu não iria dar conta.

A sala ficou em silêncio. Ele pegou o celular e saiu. Uns 20 minutos depois, ele voltou com comida para os dois. Ela achou aquilo fofo; talvez ele tivesse visto que, desde a hora do almoço, ela tinha comido somente uma maçã. Ele sentou junto a ela na mesa, pegou as folhas que estavam na mão dela, colocou-as sobre a mesa e lhe deu um hambúrguer. Ela ficou sem graça com aquilo. Ninguém nunca tinha feito algo tão singelo por ela, nem mesmo Dilan, que foi seu namorado por anos. Ela comeu sem dizer uma só palavra, até que ele soltou a seguinte frase:

Max: Espero que esteja gostando de trabalhar aqui.

Enny: Estou sim. Todos têm sido muito gentis comigo, ainda mais hoje que é meu primeiro dia. Eu peço desculpas se estou te incomodando por ficar até mais tarde.

Olhou no relógio e já passava das 20h00. Pediu licença, saiu da mesa, pegou o celular no bolso, foi até um cantinho e ligou para a mãe para explicar que iria se atrasar, para não esperarem por ela. Voltou para a mesa e ele perguntou:

Max: Avisando o namorado que vai atrasar?

Enny: Não, avisei a minha mãe, para que ela não fique preocupada.

Max: Vem cá, vou te ajudar a terminar esses documentos. Hoje é seu primeiro dia, eles deveriam ter dividido essa carga para você.

As bochechas dela coraram na hora e ela agradeceu. Ele pegou a metade de uma pilha e ela pegou a outra. Conversa vai, conversa vem sobre a empresa, e ela deu algumas risadas com algumas coisas bobas que ele disse. Não imaginava que ele fosse tão sociável, já que sua fama não era essa.

Pensamentos de Max: Eu nunca fui assim com ninguém. O que um cara não faz para comer gostosinho uma buceta... Mas era só eu ter chegado e pedido, ela deve ser igual às outras, deve aceitar.

Conversa vai, conversa vem, finalmente terminaram.

Max: Enny, me espera que eu te levo em casa. Está muito tarde, não deve nem ter mais ônibus nessa região.

Max entrou na sua sala para pegar as chaves e, logo em seguida, Enny entrou atrás, dizendo que ele não precisava se incomodar com isso e que não se sentia bem com ele fazendo tudo aquilo por ela. Max ficou espantado com tais falas; afinal, quem não iria querer que um homem daquele a levasse embora?

Max chegou perto dela, estendeu as mãos e abotoou a blusa dela que estava aberta — o mesmo botão de mais cedo. A cabeça de Enny parecia que ia explodir com aquilo. Que vergonha, meu Deus, pensou. Ele deu uma tossida e disse: "Seu botão está aberto". Parecia que ele tinha demorado meio século para abotoar.

Quando ela menos imaginava, ele a beijou. Foi um beijo surpresa, lento, molhado, como se ele estivesse explorando toda a boca dela com a língua. Uma de suas mãos entrou pela nuca dela e segurou seu cabelo. Enny sentiu um arrepio na alma. Confessou para si mesma que se deixou levar por aquele beijo tão gostoso, mas, no impulso e percebendo o que estava fazendo, afastou-se ofegante e, com os olhos arregalados, perguntou o que estava acontecendo. Max limpou a boca e disse que não conseguiu se controlar. Ela olhou para baixo e notou que a calça dele estava com um volume grande na frente.

Ele a puxou de novo e começou a beijá-la novamente. Ela, sem cabeça nenhuma, entrou na onda outra vez; estava gostando da sensação de perigo, nunca tinha feito nada parecido antes. Quando menos esperava, ele abriu a camisa dela com um puxão e deixou à mostra a lingerie branca por baixo. Parecia que ele iria devorá-la com os olhos, e ela confessou que olhar para ele assim a deixava completamente molhada.

Ele começou a beijar novamente os lábios dela, deu-lhe uma mordida e sua boca foi descendo pelo pescoço até chegar ao sutiã. Ele o puxou para o lado e deixou os seios dela à mostra. Quando ela pensou que ele iria sugar, ele a puxou, posicionou-a na mesa dele e ela encurvou o tronco do corpo para trás com as mãos apoiadas na mesa. Ele deu a volta, abriu a gaveta e pegou um vidrinho rosa. Voltou até ela e colocou um pouco daquele líquido nas auréolas dela. Ela sentiu o gelado cair na pele e se arrepiou. Então ele veio com a boca, sugando todo aquele líquido, parecendo esfomeado. Sugava delicadamente e rodava com a língua nos seios dela enquanto ela se segurava na mesa, ainda curvada, deixando-o se apossar do seu corpo.

Com as mãos, ele tirou a saia dela, que caiu aos seus pés como se não fosse nada. Ele a sentou na mesa, abriu suas pernas e passou mais um pouco desse líquido rosa na sua intimidade. Novamente ela sentiu o líquido gelado tocando a pele quente. Quando ele chegou com a respiração quente perto de sua intimidade, o líquido gelado ficou quente. Ele deu um beijinho ali, espalhou o gel com os dedos por toda a área até a entrada do ânus e voltou com o dedo no clitóris. Seu dedo estava todo melecado com o gel e o mel que saía dela. Ele pegou dois dedos e colocou na boca dela.

Max: Olha como seu gosto é gostoso.

Nessa hora, as pernas de Enny já tremiam e ela não estava conseguindo se controlar; queria ele dentro dela. Ele afundou a cara entre as pernas dela, segurando para que ela não as fechasse. Percorreu com a língua no clitóris lentamente, fazendo círculos, e depois o sugou com vontade, fazendo-a gemer alto. Enquanto bailava com a língua ali, dois dedos penetravam nela. Enny ficou refém do que aquele homem havia feito com ela. Não conseguiu mais segurar e gozou com ele a chupando.

Quando ele sentiu o gosto do mel dela na boca, sorriu e levantou-se. Deu-lhe um beijo doce e introduziu o pau na sua buceta sem aviso prévio. Ela sentiu todo ele entrando, deslizando deliciosamente e a preenchendo toda por dentro; nunca havia sentido algo tão grande e grosso entrando nela. Quanto mais ele socava forte, mais ela gostava. Jogava a cabeça para trás e sentia todo aquele prazer entrando e saindo.

Max: Quando parei de socar forte naquela bucetinha melada dela, ela me surpreendeu: se ajoelhou, olhou para mim com aqueles olhos expressivos e o rostinho vermelho de tesão e colocou meu pau todo na boca. Me dava prazer ver ela chupando todo o seu melzinho de quando eu havia metido nela. Peguei uma calda para oral que havia usado nela e espalhei por todo o comprimento do meu pau, que latejava na boca dela. Ela o sugava com vontade, sem encostar os dentes. Quando sua língua subia pelo corpo do meu pênis, ela rodava na cabeça do meu pau, passava pelo freio e engolia, criando tipo de um vácuo dentro da boca. Segurei a cabeça dela, pois não conseguia mais suportar. Gozei na boca dela e ela engoliu tudo, safada.

Acabaram aquilo e ela ficou toda ofegante. Não disse nada, pegou a roupa e foi ao banheiro mais próximo da sala. Demorou uns 10 minutos enquanto ele se ajeitava.

Max: Vamos, eu te deixo em casa.

No caminho, no carro, ela não disse uma palavra; só olhava para a janela. O que será que ela está pensando?, ele se perguntou. Não me disse se gostou ou não, só está quieta.

Quando chegaram ao endereço que ela havia indicado, ela disse: Sr. Max, o que aconteceu lá foi um grande erro. Eu, em momento algum, deveria ter feito aquilo. Por favor, eu só peço que não me demita. Preciso muito desse emprego e isso nunca mais vai acontecer.

Ele concordou, assustado, pois viu o desespero no olhar dela. Falou para ela ficar tranquila, que o emprego dela ainda estava lá e que a tinha contratado pela eficiência dela, e não por motivos sexuais. Ela desceu do carro, falou "tchau" e entrou para casa, que, por sinal, era uma casa bem simples.

Max: Porra, que mulher é essa? Foi o melhor sexo da minha vida. Nunca quis comer tanto alguém como quis comer ela, e agora ela diz que isso nunca mais vai acontecer? Será que ela não gostou?

Enny: Burra, burra, burra! O que eu fui fazer? Amanhã mesmo eu tenho que pedir as contas desse escritório, não posso de jeito nenhum ficar lá. Com que cara vou olhar para ele? Eu não deveria ter feito aquilo.

Será que Enny vai sair do trabalho? O que Max vai fazer? Fique atento no Capítulo 2!